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O maior acerso sobre a história das Guardas Civis Municipais e Estaduais

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terça-feira, 20 de março de 2018

Criação da Guarda Civil de São Paulo


Em 22 de outubro de 1926, por lei do então presidente Carlos de Campos, foi criada a Guarda Civil de São Paulo, que, durante 44 anos, prestou relevantes serviços ao Estado e a Nação.
Rememorando a história, a década de 20 foi, no programa político do Brasil, extremamente grave. Foi a década das revoluções:

1922: O Levante do Forte de Copacabana, início do Tenentismo;
1924: A Revolução de São Paulo, continuidade do Tenentismo;
1926: O Tenentismo perseguido pelas forças legais e
1930: O Tenentismo vitorioso, começo da Era Vargas.

Até 1926, o policiamento de São Paulo estava a cargo da Força Pública, com os seus 2 corpos de Guarda Cívica, o primeiro corpo na capital e o segundo no interior.
Para a perseguição aos revoltosos da Coluna Miguel Costa-Prestes, em Mato Grosso e Goiás, a Força Pública recebeu ordens para mobilizar 2400 homens (Infantaria, Cavalaria, Infantaria Montada, Sapadores e Aviação Militar).

Ocasião em que foram extintos os 2 corpos da Guarda Cívica, transformados em 6º e 7º Batalhões de Caçadores, para o reforço da Infantaria.

São Paulo então ficou sem segurança e as ocorrências policiares começaram a assustar as autoridades e a população. Centenas de civis apresentaram-se para o policiamento, mas não deu certo. Foi então que o Presidente Carlos de Campos criou a Guarda Civil de São Paulo nomeando seu 1º diretor: Dr. Antonio Pereira Lima. Nomeou também o Cel. Alexandre Gama, ex-comandante da Guarda Cívica como organizador e instrutor da novel corporação.

Nas revoluções de 30, 32, 35 e 38, a Guarda Civil lutou ao lado da Força Pública defendendo a ordem constituída a legalidade e só uma vez ambas foram rebeldes ao governo federal quando defenderam São Paulo, em 32.

A Guarda Civil participou da Segunda Guerra Mundial, com 79 homens.
No dia 09 de março de 1970 marcou o fim da Guarda Civil (ESTADUAL) e a criação da Polícia Militar junção de duas entidades força pública e guarda civil.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Guardas Municipal de Barra Mansa (RJ) 1947


Fundação - 1947

Armada - Na fundação, desarmada e novamente armada

Armamento - Pistolas 380 e Revolver 38

Armamento não letal - Sim Pistolas 

Atua no trânsito - Sim

Efetivo - 156

Efetivo masculino e feminino - Sim

Locomoção - ?

Mentor - criada pela Lei nº 08 de 29 de novembro de 1947, 
pelo então Prefeito Flávio Miranda Gonçalves.

Orçamento - ?

Endereço - R. Alberto Pereira dos Santos Filho, 312 - Centro, Barra Mansa - RJ, 27330-760

Telefone:(24) 3322-7817

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Guarda Municipal de Novo Hamburgo (RS) 1990


Fundação - Lei Municipal nº05/1990, de 08 de janeiro de 1990

Armada - Desde a fundação

Armamento - Pistolas 380 E Revolver 38 

Armamento não letal - Sim Pistolas 

Atua no trânsito - Sim

Efetivo - 180

Efetivo masculino e feminino - Sim

Locomoção - ?

Mentor - Sr. Eugênio Nelson Ritzel, então Prefeito Municipal (Gestão 81- 84)

Orçamento -

Endereço -

Telefone - 

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Guarda Municipal de Araçatuba (SP) 1949


Fundação - 1949

Armada - Desde a fundação

Armamento - Pistolas 380, Revolver 38 e Carabinas cal. 12.

Armamento não letal - Sim Pistolas 

Atua no trânsito - Sim

Efetivo - 238

Efetivo masculino e feminino - Sim

Locomoção - ?

Mentor - Prefeito Joaquim Geraldo Corrêa, o ‘Zizinho’

Orçamento -

Endereço -

Telefone - 

sábado, 23 de janeiro de 2016

Guarda Urbana do antigo Distrito Federal (RJ) 1866 extinta em 1889


A Guarda Urbana, corporação de policiais fardados da Polícia da Corte, criada pelo Decreto Imperial nº 3.598, de 27 de janeiro de 1866, pode ser considerada como a precursora da Guarda Cívica e depois Guarda Civil do antigo Distrito Federal.

Desenho, reproduzindo o guarda urbano de 1866

Pelo referido decreto, a força policial da Corte, atual cidade do Rio de Janeiro, passou a ser composta por um Corpo militar e um Corpo civil, sendo o primeiro o Corpo Policial da Corte, já existente desde 1809 e o segundo, a recém criada Guarda Urbana.

Segundo o seu artigo 6º, "incumbia à Guarda Urbana a vigilância contínua da cidade" e pelo artigo 4º, ficava sob as ordens imediatas do Chefe de Polícia da Corte.

O seu efetivo previsto de quinhentos homens uniformizados, se distribuía pelas estações de polícia dos distritos da cidade do Rio de Janeiro, inicialmente instaladas nas freguesias de Sacramento, São José, Candelária, Santo Antônio,Santa Anna, Santa Rita e Estação Central da Chefia de Polícia.

O uniforme reproduzia os modelos em uso no Exterior, principalmente, na Europa e Estados Unidos. Compunha-se de sobrecasaca da cor azul ferrete, calça azul ferrete ou branca, cinturão e coturnos pretos. Os guardas portavam duas pistolas e uma espada.[1]

A corporação foi extinta após a Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, mas contribuiu para a futura criação da Guarda Civil em 1904, com organização semelhante.


Referências

1 Decreto Imperial nº 3.598, de 27 de janeiro de 1866
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